Coimbra,
não quis sair dali sem tentar "criar",
por momentos parei, observei...
"trabalhei" o longe e o perto,
o momento em que senti na distância algo apelativo!
e foi aí que pensei:
as cidades precisam de distância,
de um intervalo de umas coisas para as outras,
porque tudo é tão diferente...
e os intervalos são a transição que aguenta a harmonia entre as coisas,
"Preso" em Coimbra, a absorver a beleza dos seus movimentos,
lentos e rápidos, conforme a sua distância...
(pensamentos sintonizados no campo da arquitectura/urbanismo, ou não,lol!)
não quis sair dali sem tentar "criar",
por momentos parei, observei...
"trabalhei" o longe e o perto,
o momento em que senti na distância algo apelativo!
e foi aí que pensei:
as cidades precisam de distância,
de um intervalo de umas coisas para as outras,
porque tudo é tão diferente...
e os intervalos são a transição que aguenta a harmonia entre as coisas,
"Preso" em Coimbra, a absorver a beleza dos seus movimentos,
lentos e rápidos, conforme a sua distância...
(pensamentos sintonizados no campo da arquitectura/urbanismo, ou não,lol!)


